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sábado, 19 de janeiro de 2013

CHAMADA MINISTERIAL, UMA VOCAÇÃO EMPRESARIAL

Infelizmente o amor pelo evangelho não existem mais, pelo menos na cabeça de alguns ministros (pastores), suas visões estão puramente ligadas ao mundo rentável de fazer almas, os fabricantes de renda, renda esta sem trabalho, Marx condenaria eles.

Se foi o tempo que os pastores davam suas almas, suas vidas por um perdido, isso não etá acontecendo da forma como se deve, o acumulo de capital oriundo dos dízimos e ofertas tem subido a cabeças deste hipócritas e pseudos homens de Deus, seus apelos até emocionantes por ofertas em rede nacional até que comove, se bem que eles deveriam pedir menos e gastar mais já que são homens de Deus.

Fico muito chateado em fazer parte de uma comunidade que corresponde a cerca de 22% da população brasileira, que deveria ser espelho para o resto com suas práticas integras e sem ganâncias, mas infelizmente não é assim. A Revista Forbes listou os cinco pastores mais ricos do Brasil, são eles: Edir macedo, Valdemiro Santiago, Silas Malafaia, RR Soares e Estevão Fernandes. Todos não deviam se denominar ministros, mas empresário, perderam sua chamada ministerial e ganharam uma vocação empresarial, não são pastores, são fazedores de dolares, suas contas estão abarrotadas de dolares, e ainda têm a cara lisa de pedir ofertas, bando de lobos devoradores e raposas destruidoras.

O pior são ótimos professores, conseguem com muita rapidez fazer discípulos que rápidos se tornam mestres do acumular dinheiro dos fieis, suas pregações são muito bem elaboradas, sermões fantásticos, eles não fazem até chorar. Orar devemos sim chorar, pois estamos sendo roubados sem perceber.

Mas vou falar também das raposinhas, sim, até agora só falei dos peixes grandes, pastores que suas riquezas estão na casa dos milhões, mas porque não falar dos que estão começando agora, daqueles que estão aproveitando da inocências de pessoas sofridas e prestativas para sair do desemprego e da miséria com os discursos emocionantes em nome de Cristo. O mundo evangélico está virando piada, os pastores estão perdendo a credibilidade total, até os de igrejinhas pequenas, seus carros são os melhores enquanto os fieis padecem de necessidade, "fazer o quê se esta é a vontade de Deus".

Na minha opinião que está sujeita a todo o tipo de crítica, pastor deve viver como pastor, ou seja, simplicidade, não estou falando de miséria nem de pobreza, mas duma forma que não traga escândalo. O Apóstolo Paulo preferia trabalhar de noite e pregar de dia em Tessália só para não ser pesado com os crentes daquela região, por que não seguir este exemplo? suas desculpas esfarrapadas de não trabalhar são hilárias, sempre é a mesma resposta - Tenho que ter tempo de cuidar do rebanho de Deus. Estes lobos estão é de olho na lã, na gordura, nunca em cuidar, e se cuidam é para extorquir mais.

Espero que este texto sirva de reflexão, não é um texto separatista, até porque os separatista acabam no mesmo caminho. O que quero é trazer a reflexão dos que estão inserido nesta comunidade, a não ter medo, falar o que pensam, a pedir em voz alta por um evangelho democrático, onde estes ministros (empresários) não façam o que querem com o dinheiro dos fieis, que passem a nos prestar conta, afinal somas nós os mais importante, somos a maioria, e na igreja (tirados para fora) não hálugar para despotismo e absolutismo. Fica a reflexão.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Medo: Uma invenção social


Desejo iniciar este breve texto com a frase de Leandro carnal, numa colocação que pretende relacionar o medo ao controle religioso social, ele afirma o seguinte: “O medo enche mais as igrejas que o amor”. Por certo, as igrejas são as pregoeiras do amor, seja no âmbito horizontal (fraternal), seja no âmbito vertical (ágape), mas por detrás de todas essas pregações adocicadas de romance, a religião desde seus primórdios, que nasce junto com a humanização, fabricou sua principal arma de controle social, o medo.

Sejam nas religiões orientais, africanas, e ocidentais, os fieis sempre encontraram uma bifurcação, uma conduzirá ao paraíso e outra ao fim trágico (uma espécie de inferno), qualquer destino a tomar tem o medo como maior determinante.

Sabendo disto, ainda na antiguidade os governantes usaram o poder religioso incluso no poder político para obter um maior controle social e político (teocracia). No medievo, com o fim do Império Romano no Ocidente (476), tudo tenderia a uma anomia social, com o estilo de administração bárbara, observando essa lacuna e a oportunidade de usar a velha arma de controle social, o medo.

O medievo fora o período de maior efusão dos mitos de inferno, castigo, satanás, demônios, fantasmas e do próprio Deus Juiz.

Essa proposta de controle social tornou a Igreja medieval o órgão mais poderoso no ocidente medieval, trazendo como fruto deste medo todos os outros benefícios, seja econômico e político.

Considero o que se chama de contemporâneo ou Idade contemporânea em alguns aspectos bem medievais, principalmente quando o tema é o medo. Por certo se nos modernizamos tanto, crescemos tecnologicamente, já lemos quase todos os tratados gregos-romanos de filosofia, Por que temos o medo? Na verdade, o sentido não é deixarmos de ter medo, mas do que ainda temos medo.

O diabo ainda é na maioria das opiniões o maior causador de todos os males, e quando os males são de origem divina, se chama de castigo ao pecado, uma concepção bem pré-diluviana. A libertação dos medos trata ao homem uma maior responsabilidade dos fatos, perceberá que seja bom ou ruim algo que acontecer é unicamente sua a responsabilidade. Bem, mas ainda vamos as Igrejas, seja católica, evangélica, budista, hinduísta, islâmica, afro-brasileira, todas vão utilizar o medo, pois precisão manter a sociedade sob seu controle. 

terça-feira, 19 de junho de 2012

Crise, crise e sempre mais crise


Atualmente só se fala em crise, crise econômica na Zona do Euro, crise nas negociações do Rio +20, crise sociais no oriente, a chamada Primavera Árabe, crise política lá em Brasília. É uma cachoeira de crise, literalmente uma cachoeira, que leva muitas personalidades em suas torrentes e turbulentas águas.

Não tem como parar! São muitas crises, às vezes me pergunto: Tem solução para crise? Por certo Marx responderia que sim, e outros filósofos também afirmariam o mesmo, a uma solução clara para as crises. Não é o que muitos pensam, a solução não é religiosa, até porque não necessitamos de um milagre para solucionar o problema, precisamos de uma ação racional. Continuando na ideia da resposta de Marx, ele apresentaria a proposta de mudança de sistema econômico, de capitalismo para um provável socialismo (comunismo).

Não quero ser utópico, não tenho interesse em sonhar, porque a crise é real.

O capitalismo tem que ser notado como causador das crises, em todos os âmbitos, seja social, econômico e até cultural. Por que não se tem uma solução rápida e fácil para os impasses na Rio +20, simples, porque os interesses são apenas capitalistas e não ambientais. Não deu ainda para notar que essa roça chamada mundo são as burguesias quem mandam, e por sua vez não estão interessadas em meio ambiente? Querem apenas mais e mais capital, sempre mais capital.

E os impasses na Zona do Euro? Se a Grécia com seu novo governo não resolver logo abandonar o Euro, não vai ser empréstimos absurdos que vai solucionar a crise. O que precisamos é de uma resposta eficaz. Não são empréstimos nem reuniões sobre reuniões dos G20 que solucionará o problema. Necessitamos de uma real revolução, uma revolução de verdade.

Ainda segundo Marx, revolução é quando acontece uma reforma ou mudança radical na infraestrutura, os que essas reuniões estão fazendo são reforma na superestrutura, e nada mais. Por certo isso não vai mudar nada.

É impossível resolver essa crise nesta visão pobre e não revolucionárias das burguesias, que sempre estão com os caixas lotados de dólares americanos. Por isso sempre teremos crise, crise, crise e sempre mais crise.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

QUEM É O OUTRO USURPADOR?

Hoje li uma boa notícia e fiz questão de confirmar em várias publicações digitais, pois achei que estava tendo algum tipo de imagem falsa. Quem diria o grande Ricardo Teixeira, genro do homem da bola, deixaria o poder, o dono do futebol no Brasil se aposentaria esse ano, não sei se foram os constantes discursos do agora deputado Romário que o abalara, também não sei se este sai a balado, ou é um tipo de camuflagem para as acusações, pois sabemos que no Brasil quando alguém sai do poder as acusações desaparecem.

O pobre Teixeira, parece que abdicou dos grandes lucros que sua relação sinistra com a FIFA e a Copa do Mundo no Brasil poderia trazer. Não acredito que ele se tornou um santo da noite para o dia, algo me diz que ele está articulando algo de novo, alguma jogada de mestre, tipo um gol de placa.

O fato é, que vai assumir a cadeira tão desejada do futebol brasileiro? É só lembrar da Copinha São Paulo, sim, do velhinho que colocou a medalha no bolso, aquele que de forma descarada nas frentes da câmera de de todos teve a coragem de tomar para si o que aparentemente não lhe pertencia. O nome do felizardo é José Maria Marin, é o nome do velhinho que colocou a medalha no bolso, lógico, com todo o cuidado a enrolou e guardou uma lembrancinha. 

Agora eu pergunto a você leitor, imagina o que poderá fazer nas salas fechadas da CBF, imagine o que pode fazer aos contratos com FIFA e outras instituições, e a Copa do Mundo? O que concluo é que só mudou de usurpador e nada mais.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

INTOLERÂNCIA HISTORIOGRÁFICA DE SARKOZY

De fato houve genocídio contra os armênios, na verdade os turcos e armênios travavam um conflito interno por reconhecimento cultural, político e intelectual em território turco desde o século XV, o fato é que isto se tornou bem visível no começo do século XX alimentado pelas disputas internas na Europa, fato este que culminaria com Primeira Grande Guerra. Já em 1909 iniciara os prenúncios deste horrendo massacre, mas de fato ele houve entre 1915-1917 com o extermínio de aproximadamente 1 milhão de armênios.

A discussão sobre o genocídio armênio é razão de uma discussão que se aproxima de um século, e ainda as instancias políticas não entraram em comum acordo sobre se houve ou não genocídio, lógico quando falo que não entraram em acordo estou me referindo a posição conservadora e edulcorada dos turcos quando ao antigo Império Otomano, os turdos neste sentimento edulcorado sobre o massacre negam que de fato houve um genocídio, segundo eles, nada passou de um conflito, um simples conflito que houve perdas de ambos os lados.

Os historiadores não estão mas preso a este impasse, a sua grande maioria são comum em falar em um genocídio armênio, como de fato houve. Ou como explicaríamos as mortes em massa de mais de 1 milhão de armênio em território turco na Primeira Grande Guerra? Todos são comuns em afirmar este genocídio. Assim como houve o genocídio dos judeus pelos nazistas, houve o genocídio contra os armênios, e merece espaço nas produções historiográficas que estudem a Primeira Grande Guerra.

Mas o caso que na verdade me incitou a escrever este testículo foi o a má índole política do Presidente Sarkozy de usar um fato de extrema importância histórica para fins político, e ainda estabelecer uma política de mordaça para futuras pesquisas do lado político turco em território território francês. Não compete a Sarkozy afirmar os fatos históricos e concluir, na verdade não compete ao poder legislativo nem o executivo escrever a história de um país e suas relações externas, este favo compete para os reais escritores da história, que no uso de suas liberdade podem descrever os fatos em vários ângulos, vale saber o senhor Presidente Sarkozy que não existe verdade absoluta na história, nem tão pouco ponto final. O fazer historiográfico é de´pendente de vários atores externos como a cultura, o a instituição de fomento (poder), tempo  e método.

Por fim nas pesquisas já encaminhada e até futuras pesquisas que busque questionar o genocídio armênio não passa de intolerância, esta lei que espero com muita esperança que não seja sancionada pelo Presidente Sarkozy, apesar de saber que fora planejada por sua base política, retrata a incapacidade de alguns políticos que se dizem democrático, porém não conseguem conviver com a real liberdade da democracia, e se tem algo que deve ser mantido em uma democracia é a liberdade de expressão. A lei francesa que proíbe  posicionamento contrário ao genocídio armênio não passa de intolerância historiográfica.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

AMEAÇA DE UM COFLITO MUNDIAL OU REGIONAL?


Há alguns dias os telejornais, mídia eletrônica e jornais impressos vêm devotando seu tempo e linhas a discussão sobre a relação conflituosa entre o hegemônico Estado Unidos e ameaçador Irã, aparentemente precisando de um estopim para o inicio de um conflito no Golfo Pérsico. Há muitos anos Estados Unidos vem navegando nos limites das divisas marítimas do Irã, como que fosse hegemônico nesta região, sendo bem chulo na afirmação, Estados Unidos tem se sentido os donos do mundo, falo com exatidão da política imperialista empregado pelos Norte-americanos no Oriente Médio.

A discussão que estão sendo feitas sobre um provável confronto EUA x Irã será mais um conflito patrocinado pela indústria petrolífera norte-americana. Como historiador, não posso esquecer, e até me sinto obrigado a recapitular que as duas grandes guerras fora motivadas por esta instituição. A Primeira Grande Guerra (1914-1918) entre um dos motivadores estava o da Estrada de ferro Berlim-Bagdá, que serviria a indústria petrolífera europeia, a Segunda Grande Guerra fora patrocinada também pelos Estados Unidos, e culparam o louco Hitler com seu espírito megalomaníaco imperialista. Ambas as Guerras como as últimas como no caso da Guerra do Iraque nada fez se não derrubar um ditador, matar jovens militares, arruinar a economia mundial, porém existe alguma razão por detrás destes conflitos. Se aparentemente tão prejudiciais a economia, por que os norte-americanos insistem nelas? A razão é o poder do petróleo.

Retornando as questões centrais desta discussão, podemos afirmar que este futuro conflito EUA x Irã não será por razões tão óbvias como a que está sendo vinculada na mídia, a questão do enriquecimento do urânio para fins bélico, isto é apelas um simulacro para justificar a guerra, como foi o caso do Iraque, que afirmação ter armas químicas e até hoje não foram encontradas. Não duvido que o Irã esteja fabricando esse tipo de armamento, porém a questão é: Não tem direito de se armar? Não sou a favor da política bélica iraniana, mas também não aprecio a política de controle social e político dos EUA.

A função deste conflito também é eliminar possíveis ameaças ao Estado Israelense, que teme uma ofensiva do Irã a favor dos palestino.

Recentemente o presidente francês Nicolas Sarkozy demonstrou sua postura de aliança com os EUA contra o a política armamentista iraniana. Faço a seguinte indagação: Qual a real preocupação de alguns Estados Europeus e dos EUA junto com Israel da política armamentista Iraniana? Todos nos sabemos que Índia, China, Paquistão têm armamento nuclear, e por que esses Estados "pacifistas" não formulam sanções e embargos comerciais contra eles? Duas respostas são possíveis, a primeira que eles não estão mais simplesmente fabricando armas nuclear, eles têm armas nuclear, portanto tem que ter cuidado em um possível conflito; segundo lugar, esses estados com armamento nuclear são parceiros capitalistas e permite a ação imperialista norte-americana em seu território, mesmo a China, que na última década têm aberto as portas para o capital norte-americano e praticada uma política capitalista mesmo se afirmando comunista.

Agora foco na questão prometida no tema do texto, esse futuro conflito será de caráter regional ou mundial? Imagine com tantos interesses envolvidos, tantas potências com suas economias em cheque no caso do Irã fechar o estreito de Ormuz, aliança já feita pelo Irã na América do Sul com o grade inimigo dos norte-americanos Hugo Chaves, é possível pensar em conflito regional? Mas elaboro outro questionamento: Serão os governantes tão insensatos em pensar numa Terceira Grande Guerra? Suas consequências arruinaria a Europa que já encontrasse afundada numa crise financeira, poria fim a hegemonia do EUA mesmo este saindo vencedor, o que sobraria do mundo na esfera econômica seria todo poder a China e a grande chance do Brasil como abastecedor do mundo pós guerra.       

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

PORQUE SOU CONTRA A COPA DO MUNDO NO BRASIL

A princípio já vou informando que não sou contra a copa do mundo no Brasil porque não gosto de futebol, pelo contrário, gosto muito, sou da geração que vibrou com os gols de Romario na copa de 1994, nos Estados Unidos, sou dos que também sofreram com a derrota para a França em 1998, e dos que vibraram com toda a euforia em 2002, com os gols do Ronaldinho, o fenômeno. Mas mesmo assim não fiquei feliz em o Brasil sediar a copa do mundo, por algumas razões. Primeira: Os gasto públicos com a construção de simples estádios de futebol, onde a verba pública poderia ser aplicadas em educação e moradia. Podemos citar o exemplo do monumental estádio particular na segunda maior torcida do Brasil, o já famoso Itaquerão. enquanto está obra prima da arquitetura moderna é empreendida, existe um projeto que não saiu do papel, engavetado pelos governantes burgueses no Estado de São Paulo, que seria a construção de um espaço de que ampliaria as pesquisas na melhor universidade da América Latina, a USP, mas a resposta é simples, construir estádios de futebol faz o povo brasileiro que tem memória fraca esquecer suas reais necessidades. Segunda: A instituição da política do pão e circo. Foi de muita inteligência política que o presidente Lula, quando empreendeu uma grande campanha para o Brasil sediar a copa do mundo em 2014, quem sabe vai ser reproduzido a o que viveu os brasileiros em 1970, não falo da ditadura, estou falando no esquecimento político que os brasileiro sofrem sempre que deparam com grandes eventos esportivos. Infelizmente, o Brasil fecha os olhos para notar os grandes exemplos de países que estão se mostrando como grande potência econômica. mas seguimos caminho contrário, fazemos os grandes eventos, e depois no modernizamos. Mas há quem diga que a copa está trazendo benefícios, exemplo clássico são as UPP (Unidade de Polícia Pacificadoras), tudo política patrocinada pelas mídia brasileira, da prisão de um traficante fazem um evento político. Se olharmos com uma visão mais crítica vamos notar que todas as instalações das UPP estão sendo nas favelas que cercam o lendário Maracanã, e as outras, sim as outras só apos 2014 ou quem sabe... Povo Brasileiro, quero vos convidar para termos um olhar mais crítico, para repensarmos nosso votos, para não vermos mais simples eventos como algo de quinta grandeza. A copa de 2014 pode até trazer benefícios, mas sua principal meta é colocar panos frios na crise política e econômica que vivemos, numa Brasília cheia de corruptos (nome mais bonito para ladrão), e uma crise econômica de um sistema opressor.